Eu queria ser ambientalmente correta, usar apenas etanol, descartar o lixo separadamente, ter um carro elétrico, fazer as coisas certinho. Mas é difícil... O etanol chega a um preço absurdo (e eu preciso sobreviver e ter dinheiro para as demais despesas), a coleta seletiva não passa no meu bairro e os modelos de carros elétricos só são lançados em outros países!
Mesmo que eu queira, meu raio de ação fica limitado. Por isso, não adianta só jogar a culpa na população, que "não tem consciência ambiental".Além de ações para a conscientização - que, dizem, a população não tem -, é preciso desenvolver ações para que as atitudes ecologicamente corretas sejam viáveis e possíveis.
Hoje dirigi um carro elétrico. Fiquei a fim de ter um... mas ele não é (nem será) vendido no Brasil. Apenas lamentei...
Pensar junto, às vezes, é melhor que pensar sozinho. Há ocasiões em que a gente pensa e sente vontade de compartilhar o pensamento com alguém. Por isso, então, pensaremos juntos! Para dividir ideias, emoções e pensamentos.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Nomes. Simples.
Apesar das novas letras adicionadas ao nosso alfabeto (K, Y e W), se eu fosse escolher o nome de uma criança, seria bem simples. Eu tiraria W, Y, K, duplo ene ou eme, duplo ele e outras coisas que pudessem dificultar a escrita (ou o entendimento do nome por outro). Também tiraria o excesso de agá dos nomes ou o cê mudo. Uma complicação sem sentido para nós. Então, veja só minha lista como seria:
- Poliane (X Pollyanne)
- Vagner (X Wagner)
- Daiane (X Dayanne)
- Natália (X Nathália)
- Tiago (X Thiago)
- Vítor (X Victor)
- Catarina (X Catherine ou Catherinne)
- Taís (X Thaís)
- Talita (X Talitah)
- Paola (X Paolla)
- Isabela (X Isabella ou Izabella)
E por aí vai. Ficaria mais simples, não? Às vezes, me perco quando preciso escrever o nome de alguém com tantas letras a mais sem função alguma. Acho que as crianças também passam por isso.
Para Wellington ou Washington, a coisa complica um pouco... Ficaria meio feio Uélinton ou Uóchinton, não? O que você sugere???
- Poliane (X Pollyanne)
- Vagner (X Wagner)
- Daiane (X Dayanne)
- Natália (X Nathália)
- Tiago (X Thiago)
- Vítor (X Victor)
- Catarina (X Catherine ou Catherinne)
- Taís (X Thaís)
- Talita (X Talitah)
- Paola (X Paolla)
- Isabela (X Isabella ou Izabella)
E por aí vai. Ficaria mais simples, não? Às vezes, me perco quando preciso escrever o nome de alguém com tantas letras a mais sem função alguma. Acho que as crianças também passam por isso.
Para Wellington ou Washington, a coisa complica um pouco... Ficaria meio feio Uélinton ou Uóchinton, não? O que você sugere???
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Falta que faz a vida
Meu coração hoje está doendo. Vai ficar apertadinho por um tempo. É que conversei, para uma reportagem, com uma senhora que está sofrendo muito por causa de uma filha. Ai, deu para sentir, pela voz dela, a falta de vida. Faltava vida na voz dela...
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Mundo cabisbaixo
As pessoas hoje andam olhando para baixo. Eu estava longe, viajando, e vi que o comportamento se repete em todo canto: ruas, metrôs, ônibus, avião (antes da decolagem), mesa de bar... Olham para seus supertelefones, cheios de recursos, conectados às redes sociais.
Não olham mais no olho, não conversam olhando no olho, observando os gestos, as expressões, os sorrisos. Conversam só com o ouvido e a fala, sem o olhar, a observação, que diz tanta coisa. Perdem com isso, muitas vezes, as coisas mais importantes do encontro. Veem menos, mas se contentam com isso em favor do que está no supertelefone.
Deixam de ver um olhar de afeto, de surpresa, de carinho, de frustração, de expectativa. Em uma viagem de trem, uma moça à minha frente passou três horas olhando para baixo, para o celular... E, do lado de fora, havia paisagens lindas, lindas, que ela não viu. Não sei se um dia ela vai passar por lá de novo, mas, naquele dia, com aquele sol, ela não viu. Isso é só um exemplo. Uma pena. A vida oferece tanto para que a gente a veja somente pelo retângulo de um supertelefone...
Não olham mais no olho, não conversam olhando no olho, observando os gestos, as expressões, os sorrisos. Conversam só com o ouvido e a fala, sem o olhar, a observação, que diz tanta coisa. Perdem com isso, muitas vezes, as coisas mais importantes do encontro. Veem menos, mas se contentam com isso em favor do que está no supertelefone.
Deixam de ver um olhar de afeto, de surpresa, de carinho, de frustração, de expectativa. Em uma viagem de trem, uma moça à minha frente passou três horas olhando para baixo, para o celular... E, do lado de fora, havia paisagens lindas, lindas, que ela não viu. Não sei se um dia ela vai passar por lá de novo, mas, naquele dia, com aquele sol, ela não viu. Isso é só um exemplo. Uma pena. A vida oferece tanto para que a gente a veja somente pelo retângulo de um supertelefone...
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Stevie
Deve ter sido de arrepiar, do primeiro ao último fio de cabelo do corpo, a hora em que Stevie Wonder, no Rock in Rio, ontem (29/9), cantou "Você abusou" em português. Só de ver pelo Youtube, fiquei emocionada. Achei lindo ouvir (e ver) ele tentando cantar em português uma das nossas músicas clássicas. E o povo todo acompanhando aumentou ainda mais o encanto do show. Foi demais mesmo!!!
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
O Ovelha é uma figura!
Gente, já tinha ouvido falar muito, mas nunca havia visto em "ação" o Ovelha. Vocês conhecem? O cantor "brega" de cabelo louro quase branco. Jesus, vi outro dia, no programa do Jô, numa dessas noites em que não consigo dormir rapidamente. Confesso que o que me chamou a atenção na programação do Jô naquele dia, óbvio, não foi o Ovelha, mas o Ricardo Tozzi (o Dãglas, de "Insensato Coração"), afinal, eu, como a torcida do Flamengo, do Corinthians, do Cruzeiro, do Barcelona, do Inter e de qualquer time do mundo, acho ele um gato! E é mesmo, né? Então, já tinha lido uma entrevista dele superlegal, em veículo impresso, e fiquei querendo ver a entrevista ao Jô (sempre pouco rica porque o Jô nunca deixa o entrevistado falar!!).
O Ricardo Tozzi seria o segundo entrevistado. Antes, o Ovelha, que abriu o programa com uma apresentação musical. Eu, sinceramente, não sabia o que fazia: se ria, se chorava, se prestava atenção... Fiquei tão impressionada com aquela figura loura loura loura, de cabelo de carneirinho, já um senhor de meia idade (se não fosse o espírito tão animado e jovial) que não conseguia parar de olhar para ele.
É uma figura completa. Mas, olha, vou falar com vocês, gostei de conhecer aquela figura. Ele transmite uma vontade tão grande de fazer o que ele faz, a música do jeito que faz, sem estar nem aí para as críticas (que não devem ser poucas), que é digno de admiração. No final, já estava até achando "legal" ver aquela figura estranha na TV. E, com certo lamento, me despedi dele para assistir ao Ricardo Tozzi. Valeu Ovelha, prazer em conhecê-lo, mas ainda fico com o Ricardo Tozzi!
O Ricardo Tozzi seria o segundo entrevistado. Antes, o Ovelha, que abriu o programa com uma apresentação musical. Eu, sinceramente, não sabia o que fazia: se ria, se chorava, se prestava atenção... Fiquei tão impressionada com aquela figura loura loura loura, de cabelo de carneirinho, já um senhor de meia idade (se não fosse o espírito tão animado e jovial) que não conseguia parar de olhar para ele.
É uma figura completa. Mas, olha, vou falar com vocês, gostei de conhecer aquela figura. Ele transmite uma vontade tão grande de fazer o que ele faz, a música do jeito que faz, sem estar nem aí para as críticas (que não devem ser poucas), que é digno de admiração. No final, já estava até achando "legal" ver aquela figura estranha na TV. E, com certo lamento, me despedi dele para assistir ao Ricardo Tozzi. Valeu Ovelha, prazer em conhecê-lo, mas ainda fico com o Ricardo Tozzi!
terça-feira, 21 de junho de 2011
Amor de mãe
Sentimento de mãe para filho é, desde sempre, algo que me toca profundamente. É claro que há exceções, mas está dentro ou próximo daquilo que chamamos de "amor incondicional" - apesar de eu não acreditar muito que amor incondicional existe. Mas o fato é que, outro dia, na fila do caixa do estacionamento de um shopping, tive uma demonstração tão bobinha, tão ingênua, mas tão bonita do amor de uma mãe pela filha, que fiquei comovida, pensando naquilo e com a ideia de trazer o ocorrido para este meu espaço aqui.
Eu lá na fila, uma senhora logo à minha frente. Ela comenta comigo: "É, está frio aqui". Eu: "É, o friozinho está chegando, né? Ainda bem". Ela: "Pois é, semana passada estava em São Paulo, porque minha filha mora lá". Eu: "É, lá é mais frio mesmo". Ela: "Pois é, minha filha está fazendo doutorado lá, na USP". Eu: "Que legal, hein?". Ela: "É, antes, ela tinha feito o mestrado fora, nos Estados Unidos". Eu: "Legal mesmo. Ela é estudiosa, né?". Ela: "É, sim", com os olhos brilhando de orgulho.
Ela pagou, eu paguei, fomos embora uma para cada lado. Ela nem deve ter pensado em mim mais, mas, em mim, ela deixou marcas, demonstrando seu amor ao querer falar para o primeiro desconhecido o quanto ela se orgulhava da filha, sem se importar se a pessoa do outro lado iria achar que ela estava se gabando. E, na verdade, não achei mesmo que ela estava se gabando. Achei lindo o tanto que ela se orgulhava da filha e o tanto que ela queria contar para o mundo como sua filha era especial. E foi assim que eu entendi.
Eu lá na fila, uma senhora logo à minha frente. Ela comenta comigo: "É, está frio aqui". Eu: "É, o friozinho está chegando, né? Ainda bem". Ela: "Pois é, semana passada estava em São Paulo, porque minha filha mora lá". Eu: "É, lá é mais frio mesmo". Ela: "Pois é, minha filha está fazendo doutorado lá, na USP". Eu: "Que legal, hein?". Ela: "É, antes, ela tinha feito o mestrado fora, nos Estados Unidos". Eu: "Legal mesmo. Ela é estudiosa, né?". Ela: "É, sim", com os olhos brilhando de orgulho.
Ela pagou, eu paguei, fomos embora uma para cada lado. Ela nem deve ter pensado em mim mais, mas, em mim, ela deixou marcas, demonstrando seu amor ao querer falar para o primeiro desconhecido o quanto ela se orgulhava da filha, sem se importar se a pessoa do outro lado iria achar que ela estava se gabando. E, na verdade, não achei mesmo que ela estava se gabando. Achei lindo o tanto que ela se orgulhava da filha e o tanto que ela queria contar para o mundo como sua filha era especial. E foi assim que eu entendi.
terça-feira, 1 de março de 2011
Tem dias que a gente se sente...
"Tem dias que a gente se sente/ Como quem partiu ou morreu/ A gente estancou de repente/ Ou foi o mundo então que cresceu" (Roda Viva, Chico Buarque). Você já se sentiu assim? Hoje, estou me sentindo um pouco assim. Olha que sou extremamente otimista e tento todos os dias estar alegre, com sorriso alegre, com a voz alegre, com o astral alegre... mas nem sempre a gente consegue, né?
Não precisa ter um motivo específico, mas tem dia que a gente fica assim. Às vezes, nem acorda assim, mas fica depois. Não gosto disso, não. Para falar a verdade, eu detesto ficar assim às vezes. Ainda bem que é às vezes, apenas. O problema é aquela coisa ruim que fica lá dentro do peito, te atrapalhando toda hora, quando você quer se concentrar em outras coisas, mas fica aquele trem (olha o mineirês!) te apertando.
O que eu queria era nunca ter essas coisas e conseguir afastar isso de todas as pessoas. Queria ter esse dom, de transformar situações chatas em coisas boas. Tudo bem, é querer demais, mas, se eu conseguisse ficar sem sentir isso por hoje, já estaria bom.
Gente, não é um post deprê, não. Não estou deprê, só senti vontade de escrever um pouquinho porque hoje me deu essa sensação de quem "partiu ou morreu". Mas, retomando outra canção de Chico: "Vai passar"!
Não precisa ter um motivo específico, mas tem dia que a gente fica assim. Às vezes, nem acorda assim, mas fica depois. Não gosto disso, não. Para falar a verdade, eu detesto ficar assim às vezes. Ainda bem que é às vezes, apenas. O problema é aquela coisa ruim que fica lá dentro do peito, te atrapalhando toda hora, quando você quer se concentrar em outras coisas, mas fica aquele trem (olha o mineirês!) te apertando.
O que eu queria era nunca ter essas coisas e conseguir afastar isso de todas as pessoas. Queria ter esse dom, de transformar situações chatas em coisas boas. Tudo bem, é querer demais, mas, se eu conseguisse ficar sem sentir isso por hoje, já estaria bom.
Gente, não é um post deprê, não. Não estou deprê, só senti vontade de escrever um pouquinho porque hoje me deu essa sensação de quem "partiu ou morreu". Mas, retomando outra canção de Chico: "Vai passar"!
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Golpe contra a história
Há tempos, venho ensaiando um texto neste espaço para me posicionar a respeito do processo eleitoral que estamos vivendo. Sou Dilma. Não sou PT. Não é uma questão partidária. É uma questão de constatação. Não apenas derivada da comparação com o período Lula e o período FHC (†), mas também obtida a partir do que estamos vendo no segundo turno desta eleição. Já havia me indignado com o início do segundo turno, com o apelo absurdo feito pela campanha de José Serra à questão religiosa, como forma de desconstruir, denegrir e atingir a imagem de Dilma. Misteriosamente, Serra abafou a questão do aborto depois que saíram na internet depoimentos de ex-alunas da mulher dele, Mônica Serra, que contaram que esta já havia feito aborto no passado e que contava isso nas aulas para as alunas. Defendo e respeito o direito das mulheres de decidirem sobre seu corpo, mas observo que a hipocrisia do Serra foi enorme ao tocar em um tema em que ele mesmo tinha telhado de vidro. Bom, o assunto sumiu um pouco depois disso, mas vieram outras tentativas de ataque à Dilma: ela não está preparada, o PT quebrou o sigilo da Receita para ter acesso a dados da vida de Serra e familiares e, por fim, o cômico episódio da bolinha de papel. Com esse acontecimento, comum em campanhas eleitorais, quando voam materiais para tudo quanto é lado, o tucano quis se colocar na posição de vítima do mundo, vítima do PT. Ah, por favor, senhor Serra, o senhor já é um senhor idoso, deveria ter mais respeito com as pessoas, e não, ficar tentando fazê-las de idiota. Depois de tudo isso, Serra, agora, quer criar uma nova vítima do PT, mas é ainda mais grave o que está querendo fazer. Desde o início do segundo turno, existe uma tentativa desesperada da Folha de S.Paulo, que faz campanha para o Serra, de ter acessos a dados do processo instaurado pelos militares, na época da ditadura, contra Dilma. Claro que não é para falar que ela lutou por uma causa brasileira, que ela tentou mudar um cenário negro pelo qual o Brasil estava passando, que ela e seus companheiros queriam diminuir o sofrimento de muitas famílias. Serra e Folha querem pôr a mão nos documentos para acusar Dilma de bandida, de criminosa. Para dizer que ela agiu contra os princípios morais e as leis em vigor. Quem, neste caso, seria a vítima? O pobre regime militar, que tinha que ficar controlando os envolvidos na luta armada, aqueles subversivos. Não sei se a Folha vai conseguir publicar o material que quer até o dia da eleição. Não sei de que forma vai publicar e como a Dilma vai se defender. Mas o que posso dizer é que, como jornalista, me sinto envergonhada de ver jornalistas, um jornal inteiro, envolvidos em tanta lama. Colocar a ditadura como vítima? Isso é uma distorção histórica. Como licenciada em História, sinto que é uma tragédia esse tipo de abordagem. Queimem todos os livros e enterrem de vez todos os desaparecidos políticos da época militar! Esqueçam todos os depoimentos de familiares, de torturados, de amigos etc. Só existe uma vítima nesse processo: o povo brasileiro. E só existe um vilão: os militares, o sistema nojento que esteve em vigor no Brasil por 21 anos. Não se deixem enganar.
sábado, 31 de julho de 2010
Touradas = irracionalidade + crueldade
Pode até ser uma forma de a Catalunha tentar se distanciar ainda mais do resto da Espanha, para mim, tanto faz esse ponto, o importante é que não haverá mais touradas na região a partir de 2012. Para ser melhor a notícia, só mesmo se informasse que a medida passaria a valer a partir de hoje, agora, não, ontem, ano passado, século passado. Melhor: que nunca tivesse existido no mundo essa barbaridade. Que nunca tivesse existido no mundo qualquer barbaridade contra os animais.
Podem alegar que é algo cultural, não me interessa. Acho que esse tipo de cultura em que animais são cruelmente sacrificados para promover diversão para o homem nunca deveria ter existido. Se existiu, com o pensamento mundial que existe hoje de defesa dos animais, já era para ter sido banido. A Espanha insiste em manter essa "tradição" em outras partes do país, o que, para mim, é um pensamento retrógrado, sem fundamento, de pessoas que não evoluem com as mudanças do mundo.
Touradas são algo tão irracional que custo a acreditar que tem pessoas que se divertem com isso. Podem pensar que sou radical, mas, enquanto existir touradas na Espanha, não tenho o menor interesse em ir até lá. Não torci pela Espanha na final da Copa e não quero saber desse país. Como gostar de um país em que se tortura um animal que não tem como se defender, que não tem escolha, que é colocado em uma arena para ser motivo de risos e receber lanças no pescoço e agonizar até morrer? Isso não tem justificativa. Vaias para a Espanha!
Podem alegar que é algo cultural, não me interessa. Acho que esse tipo de cultura em que animais são cruelmente sacrificados para promover diversão para o homem nunca deveria ter existido. Se existiu, com o pensamento mundial que existe hoje de defesa dos animais, já era para ter sido banido. A Espanha insiste em manter essa "tradição" em outras partes do país, o que, para mim, é um pensamento retrógrado, sem fundamento, de pessoas que não evoluem com as mudanças do mundo.
Touradas são algo tão irracional que custo a acreditar que tem pessoas que se divertem com isso. Podem pensar que sou radical, mas, enquanto existir touradas na Espanha, não tenho o menor interesse em ir até lá. Não torci pela Espanha na final da Copa e não quero saber desse país. Como gostar de um país em que se tortura um animal que não tem como se defender, que não tem escolha, que é colocado em uma arena para ser motivo de risos e receber lanças no pescoço e agonizar até morrer? Isso não tem justificativa. Vaias para a Espanha!
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